"Onde está a dor? Meus músculos deveriam estar massacrados, exaustos... e eu, incapaz de me mover. Se eu fosse mais velho, na certa estaria assim. Mas hoje eu voltei a ter trinta anos... não, vinte. A chuva em meu peito é um batismo. Eu nasci outra vez."
SIM! Vamos falar sobre um dos maiores clássicos dos quadrinhos ever, escrita pelo mestre Frank Miller, a HQ Batman: O cavaleiro das trevas!
A HQ nos apresenta uma Gotham devastada por criminalidade e ondas de calor, e que já não vê o Batman há mais de 10 anos!
Ao longo da história, você entende que Bruce Wayne aposentou o Batman por causa da morte de Jason Todd, o Robin. Futuramente isto serviria de inspiração para o arco "Uma morte em família", onde temos a famosa cena do pé-de-cabra.
Essa cena seria épica nos cinemas.
Voltando ao assunto. Bruce Wayne já está veiaco, com mais de 60 anos. Um figuraça que retorna é o Harvey Dent, o Duas-Caras, após um tratamento cirúrgico e psiquiátrico financiado e incentivado pelo Dr. Batholomew Wolper. Esse doutor fala com propriedade que Harvey está preparado para retornar à sociedade. "Harvey está preparado para olhar o mundo e dizer Eu estou ótimo!".
Mas o Comissário Gordon não tá nem um pouco feliz com isto. Em entrevista ao telejornal, ele declara: "Não, eu não estou satisfeito! O relatório do Doutor Wolper me parece otimista demais... Pra não dizer exagerado!". E, obviamente, o Harvey volta ao mundo do crime (se não, que graça teria?). Inclusive, este Doutor é uma peça muito importante na história, por falar muito bem e conseguir o carisma da mídia, manipulando-a. Mas, com uma grande onda de criminalidade em Gotham, o homem-morcego virando lenda, Dent de volta, e próximo da aposentadoria do Comissário Gordon, o Batman está de volta. Mas ele não chega chegando, chega nas sombras cagando o pau na galera (perdão pelo chulismo). Aos poucos, as descrições convergem à imagem do Batman.
Mano, OLHA ISSO.
O povo não mostra muita aceitação por causa da influência da Globoimprensa, diariamente traz a tona discussões sobre a atuação do cavaleiro das trevas. Até mesmo a polícia está dividida. Quando o encontram, um quer prendê-lo, mas outro não, agradecendo o retorno do 'bat'. O povo, o governo e a mídia estão em cima dele. Quem está do lado dele é uma menina de treze anos chamada Carrie Kelley, que criou um uniforme de Robin e foi atrás do Homem-Morcego, tornando-se a nova Robin.
Uma das mais clássicas cenas, é a cena do Coringa quando soube que o Batman estava de volta. Ele estava internado no Asilo Arkham e indo muito bem no tratamento. Até ouvir que o 'bat' voltou.
"Vou comer a tia do bátema denovo!!"
Mas este Jóker está muito menos palhaço por causa do tratameto, sendo mais gangster e anárquico. Certamente serviu de inspiração para as interpretações de Jack Nicholson e Heath Ledger.
Outra clássica, é o Superman APANHANDO do Batman. A pressão do governo americano em cima do 'bat' é tanta que mandam o Superman pra cuidar dessa treta. CERTAMENTE servirá de inspiração para Batman vs Superman!
VOCÊ SANGRA
O traço não é lá essas coisas. Na época era um bom traço, mas envelheceu um pouco mal. Pra mim, não incomodou. Só essa mina que me incomodou:
medo.
Não vou entrar muito mais na história, pois quero que você viva essa experiência. É um eterno clássico. Você pode encontrá-lo em várias edições, separadas ou chaprocas edições definitivas. Ou na Livraria do Paulo Coelho, se é que você me entende.
Você também pode assistir a animação produzida pela Warner que é MUITO FIEL ao quadrinho.
"Mesmo que os homens tenham degradado o mundo, continuaremos a louvar a criação. Somos anjos, e esse é o nosso dever. Até que o sol se apague e o brilho das estrelas feneça, até o último fulgor do universo."
Sem dúvidas um dos melhores livros que li em muito tempo. Eduardo Spohr, com A Batalha do Apocalipse, traz à literatura brasileira tudo aquilo que sempre quis. Nada mais, nada menos que um épico.
Spohr desenvolve seu universo de forma admirável, criando sua própria cronologia baseada em fatos históricos e passagens bíblicas. Alternando entre passado e presente, nos apresenta personagens formidáveis, com histórias instigantes.
A narrativa acompanha Ablon, o Anjo Renegado, que fora exilado junto a outros dezessete anjos pelo Arcanjo Miguel devido à revolta contra seu reinado tirânico e sua inveja dos homens, a quem Deus deu o livre-arbítrio. Devido ao exílio, Ablon vaga pelo plano terreno durante milênios, à espera do Dia de Ajuste de Contas, quando o Altíssimo despertará e punirá os injustos.
Não falarei muito, apenas leiam o livro porque é ótimo!
(Como diz minha professora de física: Um CORAÇÃOZINHO para essa imagem)
Não me julguem mal, mas me considero romântico. E por romântico eu me refiro à beleza que eu encontro no universo. Para constar, eu não aplaudo o Sol. Como um amante das Artes não posso deixar de reconhecer a magnificência presente na junção da 7ª Arte, o Cinema, com a 1ª, a Música. E a Dança, que é a 2ª, mas não menos importante e dá um "tchan" nas performances.
É inútil negar. Você já viu um Musical. Os Estúdios Walt Disney jogam em nossa cara as maravilhosas animações musicais deles.O Rei Leão (1994), indo mais fundo na história e nos primórdios da animação cinematográfica, A Branca de Neve e os Sete Anões, (1938) e um mais atual, e que na minha opinião é o melhor, Frozen: Uma Aventura Congelante (2013), são exemplos disso.
Mas não é apenas a técnica empregada nesse tipo de filme que é importante. Ao meu ver, atuar e produzir um musical é muito mais difícil do que um filme "normal". Interpretar uma canção, fazendo com que o público sinta o que deseja ser passado é um nível muito maior de atuação. Criar o roteiro e realizar o que é necessário deve ser mais difícil ainda! É requirida uma atenção especial.
Então, quando for assistir um musical, não vá com preconceito. Assista e encontre um jeito de se sensibilizar. Encontre a beleza que neles se encontram. E ouça o chamado d'O Fantasma da Ópera..
Uma listinha para quem quiser começar:
- Moulin Rouge - Amor em Vermelho (2001), de Baz Luhrmann. 1ª Imagem.
- Mamma Mia! (2008), de Phyllida Lloyd. 2ª Imagem.
- Les Misérables (2012), de Tom Hopper. 4ª Imagem.
- O Fantasma da Ópera (2004), de Joel Schumacher. 5ª Imagem.
- Rock of Ages (2012), de Adam Shankman. 6ª imagem.
Suddenly the world seems such a perfect place, suddenly it moves with such a perfect grace, suddenly my life doesn't seem such a waste...
“Quando
uma pessoa morre, um corvo carrega sua alma para o reino dos mortos. Quando
essa morte envolveu muita dor e injustiça, a alma pode ficar presa no mundo dos
vivos e, em alguns casos, o corvo pode trazer a pessoa de volta à vida para
arrumar o que ficou errado. ”
Escuro,
angustiante, fantasioso e de certa forma clichê. Estas foram minhas primeiras
impressões do filme “O corvo” (The
Crow), dirigido em 1994 por Alex Proyas e protagonizado por Brandon Lee,
filho do ícone das artes marciais Bruce Lee.
O longa é baseado em uma história
em quadrinhos de mesmo nome, criada por James O’Barr, que também assina o
roteiro do filme. James escreveu a história extravasando sua tristeza pela
morte de uma namorada em um acidente de carro. Ele nunca conseguiu superar o fato
– assim como o personagem principal - e a obra o serviu como uma terapia.
Inicialmente, o filme apresenta
“a noite antes do Halloween” (ou originalmente Devil’s Night) na
cidade de Detroit, que é caracterizada por inúmeros atos de crime e vandalismo
feitos na cidade por criminosos deveras clichês. Em uma dessas noites, acontece
o brutal assassinato de Shelly Webster (Sofia Shinas) e Eric Draven (Brandon
Lee), um dia antes do matrimônio. Antes de morrer, Eric assistiu
agonizantemente a morte de sua amada. Um ano depois, uma antiga e esquecida
lenda, que serve apenas para justificar a história, se cumpre: “...quando esta morte envolveu muita dor e
injustiça, a alma pode ficar presa no mundo dos vivos e, em alguns casos, o
corvo pode trazer a pessoa de volta à vida para arrumar o que ficou errado”.
Eric Draven volta à vida como um ser “quase imortal” para vingar o seu
assassinato e, principalmente, o de sua noiva. Mas sua imortalidade depende da
vida de um corvo, que o acompanha por toda sua jornada. Gradualmente, passo a
passo, a vingança bate a porta, e nada é mais importante do que concluí-la.
A proposta do filme pode parecer
bastante clichê, mas os personagens e o ambiente conquistam quem assiste. Eric,
apesar de assassinar pessoas por vingança, conquista através de seu carisma.
Sua causa é bastante palpável, não é nada que não tenha passado pela cabeça de
uma pessoa que sofre uma perda tão grande e tão injusta. Isto abre espaço para
o público se identificar com o personagem. Há muitos relatos de pessoas dizendo
que a obra mudou suas vidas.
Os cenários são predominantemente
escuros e sujos, assemelhando-se bastante às obras do diretor Tim Burton e do
próprio clima dos quadrinhos. É também bastante clara a referência à clássica
obra “O corvo” (The Raven) de
Edgar Allan Poe, através do mesmo clima. No filme, existem várias cenas com bueiros
soltando fumaça no fundo. Estas características ajudam a construir um tom
distópico de uma cidade dominada pela criminalidade. Inclusive, Detroit já foi
caracterizada assim em 1987 no clássico “RoboCop”. Porém, em “O corvo”, a
tecnologia da época e o orçamento do filme não eram lá essas coisas, logo
surgem à visão do expectador alguns pequenos erros, tais como as armas terem
munição praticamente infinita e personagem principal conseguir aniquilar uma
gangue inteira apenas com um revólver. As coreografias e os áudios também são
bem bizarros. Mas digo isto de uma época em que os principais filmes de
Hollywood são produzidos com orçamentos exorbitantes e tecnologia de ponta, mas
nem sempre têm uma boa história para contar. Quando o filme é bom, esses
fatores se anulam e a obra continua viva ao longo do tempo. Falando em questão de
roteiro, é um filme muito bem amarrado, porém simples. “A jornada de um homem
de volta à vida com um só objetivo: Vingar-se de seus assassinos”. O personagem
principal é marcado por suas falas geniais, característica que se destaca ainda
mais nos quadrinhos. Também gostei muito dos personagens Sarah (Rochelle Davis)
e Sargento Albrecht (Ernie Hudson), que fazem um papel secundário, porém
importante para o desenvolvimento da trama.
Mas a obra foi marcada por um acontecimento
trágico: A morte de Brandon Lee durante as filmagens. O assistente do armeiro limpou a arma que
seria realizada na cena, porém derrubou sem querer uma bala no cano, e em seguida
o carregou de festim, que tem muito mais pólvora que uma bala normal. O festim
era usado para fazer o efeito visual e barulho da arma atirando. Durante a cena
do estupro de Shelly, Eric deveria entrar carregando uma sacola contendo um
saco de sangue. Funboy (Michael Massee) atiraria em Eric através do saco de
sangue quando ele entrasse na sala. A bala que havia caído na arma acabou sendo
disparada no ator, alojando-se em sua coluna. Brandon faleceu por hemorragia
interna após 10 horas de tentativas para salvá-lo no hospital.
Se você perguntar sobre o filme para alguém que
ouviu falar sobre na época de sua estreia, com certeza ouvirá sobre este fato.
Foi um grande artifício de marketing para vender o filme. Outro fato intrigante
é que Brandon se casaria em menos de um mês do acontecimento, e no filme Eric e
sua noiva são assassinados na véspera do casamento. Essas histórias chamaram a
atenção do grande público para o filme, o que alavancou sua bilheteria. O filme
em si foi a porta de entrada de muitas pessoas para conhecerem a história em
quadrinhos.
Por fim, assisti ao filme sem expectativa nenhuma e
gostei muito. Recomendo para quem ainda não assistiu que não eleve sua
expectativa. Não existe nada de muito surpreendente, inovador, porém cumpre
seus objetivos excelentemente sendo honesta e fiel à proposta original dos
quadrinhos.
Olá indivíduo que reserva seu tempo para ler minhas opiniões fecais, seja bem vindo à minha lista de filmes mais aguardados por mim em 2015! Fique a vontade, e vem comigo:
13 - O Exterminador do Futuro: Gênesis - 02/07/2015
A saga Exterminador do Futuro tem uma cronologia cagadíssima, e eles pretendem tentar arrumar isso com um "reboot" com viagem no tempo. O trailer é bem "meh". Só estou curioso pra ver onde isso vai parar.
12 - Divertida Mente - 02/07/2015
Trago este filme para a lista pois sua proposta é bem interessante. A Pixar não tem trago muitos resultados, como em seus filmes clássicos, já que seus melhores profissionais foram levados para a Disney Studios, que vive sua nova era de ouro.
11 - Pixels - 23/07/2015
Trago este filme à lista pois espero que seja uma evolução da ideia que começou com Detona Ralf, que não cumpriu com as expectativas.
10 - Mad Max - Fury Road - 14/05/2015
A saga Mad Max é um grande clássico, e este reboot chutou bundas com seu trailer. Não que o trailer queira dizer alguma coisa, mas permiti que minha expectativa aumentasse depois de assisti-lo.
9 - Jurassic World - 11/06/2015
Outra saga clássica que retorna ás telonas. Minha única expectativa para esse filme por enquanto é o Chris Pratt. O menino é bão.
8 - Quarteto Fantástico - 06/08/2015
Todos nós estávamos com a expectativa baixíssima para este reboot (Quanto reboot!) pelo histórico dos últimos filmes, MAASS o trailer surpreendeu e aumentou minha expectativa.
7 - Jogos Vorazes - A Esperança: Parte 2 - 19/11/2015
Ainda não assisti A Esperança: Parte 1, mas sei que foi tão foda quanto os outros. Quanto adaptação de livros para o cinema, Jogos Vorazes é a saga mais bem adaptada em minha opinião. Mas, por não ter assistido o filme mais recente, minha expectativa deu uma esfriada.
6 - Homem-Formiga - 16/07/2015
O trailer foi "Okay". Mas Marvel é Marvel. Apenas isto.
5 - 007 Spectre - 29/10/2015
ZERO ZERO SETEEE! O que dizer desse filme que mal conheço mas já considero pakas? Sou fã deste 007 protagonizado pelo Daniel Craig, e estou com a expectativa elevadíssima para este filme, principalmente por Christopher Waltz estar no elenco!
4 - The Hateful Eight - (Previsto para 2015)
Tarantino já admitiu que ama filmes de Western, e depois de Django, traz o gênero novamente com este filme. Todos filmes do Tarantino são espetaculares e ponto.
3 - The Martian - 26/11/2015
MEU MELHOR LIVRO DE 2014 vai virar filme nas mãos de Ridley Scott e com Matt Damon protagonizando o incrível, charmoso e MacGyver da NASA, Mark Watney. EXPECTATIVA LÁ NO TETO (Ridley, não fode).
2 - Vingadores - A era de ultron - 23/04/2015
A Marvel Studios é uma daquelas empresas em que você sabe que tudo o que ela fizer vai ser bom. E os filmes principais do Marvel Cinematic Universe são Os Vingadores, onde acontece a reunião de todos os principais personagens. Os trailers estão fantásticos. E ainda mais com Hulk vs. Hulk Buster!!! Expectativa altíssima!
1 - Star Wars - O despertar da força - 17/12/2015
TODO O NERD ESTÁ EM ÊXTASE COM ESTE FILME. Finalmente teremos um Star Wars com dignidade após a tragédia dos episódios I, II e III. Nos livramos das garras de Lucas e J.J. Abrams dirige a prometida sequência do episódio VI, 32 anos depois. Com a volta dos personagens clássicos Luke, Leia e Han Solo, e personagens novos. O trailer QUEBROU a internet. Todos já estávamos confiantes, já que o J.J. mandou muito bem em Star Trek, mas estilo que o J.J. passou através do trailer é espetacular. Não perco por nada. J.J., may the force be with you.